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UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS TESTA PRODUTIVIDADE DO TABAPUÃ
Em uma das mais arrojadas ações da nova diretoria da Associação
Brasileira dos Criadores de Tabapuã (ABCT), foi estabelecida, no
início deste ano, parceria entre a entidade e a Universidade
Federal de Lavras (UFLA) com objetivo de se atestar a eficiência
produtiva da raça. |
Serão três projetos que incluirão avaliações
de fêmeas oriundas de diversos criatórios. A intenção é, também,
formar um plantel próprio que será a base para as pesquisas
realizadas pela UFLA. Também será avaliado o desempenho dos
machos que estão confinados para posterior abate técnico. A raça
Tabapuã poderá comprovar, por meio desse trabalho, a qualidade
da carne dos animais, bem como sua precocidade e
desenvolvimento.
Segundo o presidente da ABCT, Renato Garcia Fernandes, a
iniciativa marcará o início de uma nova era para o Tabapuã.
“Voltamos a divulgar a raça, mostrar que é um bom investimento.
Para isso, teremos provas técnicas de que o Tabapuã é rentável”,
explica. Renato Fernandes é empresário e sabe a importância do
marketing responsável. Por isso, faz questão de investir em
pesquisa para ter em mãos dados comprovados sobre a
produtividade dos animais.
Gestão eficiente - A ABCT emplacou 2008 com novo fôlego. Em
apenas três meses de gestão (a posse aconteceu em maio, durante
a Expozebu), a nova diretoria da entidade conseguiu arrumar a
casa. Entre as primeiras providências o presidente Renato
Fernandes recuperou informações importantes para incrementar a
comunicação da associação. “Passamos quase 90 dias reformulando
dados”, revela.
Outra ação importante implementada pela nova diretoria foi a
participação do Tabapuã no Centro de Performance CRV Lagoa,
conhecido como “vestibular da pecuária”. O resultado dessa
avaliação dará maior visibilidade do Tabapuã. Para dar maior
impulso à raça, a ABCT ainda passou a integrar a Prova de Ganho
em Peso à Pasto do Núcleo Três Fronteiras, iniciada no dia oito
de Agosto, em Nanuque (MG). “Vamos evidenciar o potencial
genético e produtivo do Tabapuã”, ressalta Renato Fernandes. |
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Artigo retirado da Revista Melhore, Ano IV, n° 59, Outubro 2008 |